O mundo 4.0

Bem vindos ao Mundo 4.0

Você já percebeu o quanto se fala em 4.0 ? É Indústria 4.0, Marketing 4.0, RH 4.0

É a nova revolução industrial, a Indústria 4.0 é o encontro entre as tecnologias da operação e da informação. É a transformação do modo como os bens de consumo são produzidos e sua relação com o consumidor.

Ainda no que tange a Indústria 4.0 as tecnologias que viabilizam esse modelo são: Internet das Coisas (IOT sigla em inglês), robótica, nuvem (cloud), impressão 3D, realidade aumentada entre outros.  O lançamento de novos produtos ocorre com uma rapidez nunca visto anteriormente, devido a maior flexibilidade nas linhas de produção, alta tecnologia e mais eficiência dos recursos naturais e energéticos.

Neste contexto, com maior automatização e otimização de processos os profissionais também precisarão se adaptar.

Novas tecnologias e novos comportamento dos consumidores requerem também mudanças na forma de comunicação, e com ela uma revolução digital, obrigando o marketing a se reestruturar. Marketing 4.0 é um conceito desenvolvido por Philip Kotler, um dos mais importantes teóricos da Administração Moderna.

O Marketing 3.0 é focado no ser humano e a versão 4.0 entende que as empresas devem continuar focando no ser humano, mas este precisa agora ser entendido dentro do novo contexto das transformações tecnológicas.

O RH precisa acompanhar essa revolução tecnológica da sociedade e assim nasce a RH 4.0, trazendo automatização de processos e funções. Isso agrega valor estratégico aos profissionais, que podem focar no bem-estar dos colaboradores, no clima organizacional e em resultados melhores para a empresa.

Com a dinamicidade devido as novidades tecnológicas, as mudanças e transformações acontecem num piscar de olhos, e isso exige da empresa um olhar estratégico para uma boa tomada de decisões.

As tarefas mecânicas e repetitivas do RH, como algumas questões da folha de pagamento ou de encargos trabalhistas devem ser delegadas à programação de recursos por meio de um software de gestão.

Desta forma o RH se torna peça-chave para avaliar, monitorar e propor melhorias para a empresa. Tudo porque estamos no contexto da revolução 4.0 e todos estamos sendo envolvidos nessa revolução, querendo ou não.

 Tassia Copini – RHF Talentos Medianeira

Estamos preparados para o mercado de trabalho do futuro?

As “profissões do futuro” criarão milhares de novos postos de trabalho por ano que podem não ser preenchidos.

Detetive de dados, gerente de negociações éticas, diretor de diversidade genética, curador de memória pessoal, diretor de transparência. Essas são algumas das chamadas “profissões do futuro” que têm sido apontadas por especialistas para os próximos cinco ou dez anos apenas.

Em setores específicos, como tecnologia da informação, cerca de metade dos 70 000 empregos que serão criados por ano até 2024 poderá não ser preenchida, conforme reportagem recente publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A explicação? A transformação digital nos negócios e o surgimento incessante de novas startups. Isso, vale lembrar, está acontecendo agora em um país que possui cerca de 13,4 milhões de desempregados.

Aí fica a pergunta: quais universidades estão preparando esses profissionais? E quantas organizações encaixam essas novas profissões em sua estratégia de médio/longo prazo pensando nas competências que precisarão desenvolver?

Continuamos, ainda, preocupados em atender o curto prazo sem preparar nossas empresas e pessoas para funções que estão por vir. Quantos profissionais de RH e de estratégia consideram o futuro ao estruturar seus desenhos organizacionais?

Quando olhamos para esses investimentos em gente, notamos que eles são focados na melhora do desempenho dos colaboradores em suas funções atuais, em vez de prepará-los para compreender as mudanças que estão por vir. Ou seja, se por alguma razão forem dispensados, esses funcionários já estarão obsoletos no mercado.

Em vez de alimentarmos o discurso amedrontador de que “o trabalho como é hoje vai sumir e suas funções não existirão mais dentro de alguns anos”, que tal investirmos na educação dos profissionais e apoiá-los na compreensão do cenário futuro, de forma que eles se preparem e possam preparar seus filhos e dependentes?

Sei que posso parecer repetitiva, mas acredito fortemente que temos uma função a cumprir. Nosso sistema educacional é precário e diversas organizações têm desempenhado um papel importante na sociedade nesse sentido.

E nós, que cuidamos do tema de pessoas, podemos influenciar os investimentos. Há organizações que fazem um papel bonito na formação de cidadãos. Existem também incubadoras que incentivam a inovação e o pensamento futuro.

Boas ideias não faltam, precisamos nos munir de argumentos para convencer a alta liderança a fazer esse investimento, que será indispensável para sua própria sobrevivência.

RH digital e a otimização de processos

Os avanços na tecnologia alteraram não apenas a forma como a maioria das pessoas desenvolve suas atividades profissionais. Essas mudanças em curso são tão profundas que estão transformando até mesmo a maneira como as empresas organizam suas estruturas internas. Nesse contexto inovador, surge o RH digital.

Se você nunca ouviu falar nesse conceito, não se preocupe, pois explicaremos em que ele consiste e mostraremos quais são as vantagens de adotá-lo na sua empresa.

O que é RH digital?
O RH digital é aquele no qual os processos foram remodelados a partir da revolução tecnológica, advinda da implementação e popularização da internet. Isso torna possível a otimização de diversas atividades.

Para entender qual foi o caminho até o RH digital, vamos, antes, ver como esse setor evoluiu ao longo do tempo. No começo, o chamado RH 1.0 se encarregava apenas de resolver pendências burocráticas entre colaboradores e empregadores, a fim de manter as relações de trabalho dentro das conformidades da lei.

Depois, chegamos ao RH 2.0, que ia além desse relacionamento estritamente legal e se ocupava, também, de fazer com os funcionários se sentissem integrados à estratégia de desenvolvimento do negócio.

Com o RH 3.0, também chamado de RH digital, todas as questões dos estágios anteriores ainda estão presentes, mas a forma de lidar com elas muda. Isso porque, o setor passa a atuar com a forte presença de soluções tecnológicas.

Quais são os motivos para adotá-lo?
Mas qual é o impacto dessas inovações tecnológicas no RH? A partir do momento em que diversas atividades sob a responsabilidade desse setor são otimizadas, torna-se possível produzir mais e melhor, utilizando menos recursos. Veja, a seguir, algumas das vantagens que valer a pena investir sua confiança no RH digital!

Aumento de produtividade
A combinação de processos realizados de forma mais ágil e com menor índice de erros resultará em um aumento de produtividade em seu negócio. E como o RH é estratégico para as demais áreas da empresa, essa elevação será sentida de forma ampla.

Redução de custos
Se o aumento da produtividade for acompanhado da redução de custos, melhor ainda, certo? O RH digital conta com ferramentas que reduzem a chance de erros em cálculos de folha de pagamento, benefícios, tributos e outras obrigações do setor, por exemplo. Assim, fica mais fácil controlar todos esses pontos sem que ocorram erros, reduzindo as perdas causadas por eles.

Simplificação e melhoria nas rotinas
Todas as atividades do setor de RH devem ser sempre entregues com prontidão e exatidão. Por isso, no RH digital tudo é feito de maneira ainda mais veloz e precisa, no momento em que for necessário, sem precisar recorrer a planilhas, pastas de documentos ou outros métodos.

Como o RH digital pode ser implementado?
Se você está interessado em contar com as vantagens do RH digital, saiba que existem diversas estratégias para implementá-lo na sua empresa. Desse modo, separamos, na lista a seguir, algumas das que já fazem parte desse departamento. Confira!

Gamificação
A gamificação consiste em utilizar elementos de jogos eletrônicos em atividades do dia a dia, como no trabalho. Profissionalmente, a gamificação pode servir para estabelecer metas, ensinar novas habilidades ou medir o desempenho da equipe.

Recrutamento Digital
Redes sociais, jogos e entrevistas on-line servirão cada vez mais como base para os processos de recrutamento, tornado-os essencialmente digitais. Isso facilita a conexão com jovens talentos, familiarizados com esse ambiente.

People Analytics
O people analytics é o método que integra dados de diferentes fontes para fornecer métricas relevantes para o setor de RH. Esses dados servem de base para as tomadas de decisão, que serão sempre baseadas nas melhores informações disponíveis.

Essas são apenas algumas das maneiras pelas quais o RH digital vai, aos poucos, ganhando espaço e mudando a forma como esse departamento funciona. Ao profissional da área, cabe ficar atento às modificações, a fim de estar preparado para as novidades na sua empresa.

A importância da saúde ocupacional nas empresas

Chamamos de saúde ocupacional o setor específico da área da saúde voltado ao bem-estar e à qualidade de vida dos trabalhadores de uma empresa. Por meio de suas ações, é possível agir preventivamente no controle de doenças e condições que afetam a integridade dos colaboradores. Como consequência, a organização também só tem a ganhar — já que seu fluxo de trabalho permanecerá inalterado.

Além disso, trata-se de um aspecto muito importante para que o negócio se mantenha dentro das regularidades da CLT, como veremos a seguir. Então, se você deseja começar a aplicar, de vez, ações eficazes de saúde ocupacional e usufruir dos seus resultados, preste bem atenção nas dicas que reunimos neste artigo!

A importância da saúde ocupacional nas empresas
Quando uma empresa percebe que o seu capital mais importante é o humano, ela passa a enxergar cada um dos colaboradores como peças-chave para o seu sucesso. Nesse caso, uma forma de assegurar o bem-estar do seu time é investindo em saúde ocupacional e mostrando a todos que eles são importantes para o desenvolvimento organizacional.

Acredite: quando as equipes recebem esse reconhecimento, se sentem motivadas a produzir mais, com maior qualidade. Esse é certamente um dos principais benefícios de implementar ações de saúde ocupacional, mas não é o único,

Como falamos no início do artigo, trata-se de um aspecto obrigatório para todas as empresas, independentemente do porte ou segmento de mercado. Sendo assim, a fim de não ser reprovado nas fiscalizações do Ministério do Trabalho (MTE), é importante seguir as normas regulamentárias vigentes, redirecionando recursos de forma inteligente.

Melhores formas de implementar ações de saúde ocupacional

Agora que você entendeu melhor qual é a importância de investir em saúde ocupacional, é hora de identificar ações que podem ser implementadas na sua empresa. Confira!

1. Adote programas de alimentação saudável
Saúde e boa alimentação são fatores que caminham lado a lado. Quando se tem acesso a uma dieta equilibrada, as chances de desenvolver condições causadas pela carência nutricional, — como cansaço físico e mental, raciocínio comprometido, fraqueza, entre outras que acarretam perda da produtividade no trabalho —, diminuem -consideravelmente.

Sendo assim, que tal promover ações de reeducação alimentar na sua empresa? Você pode apostar em campanhas, concursos, palestras e, além disso, incluir no plano de benefícios corporativos o vale-alimentação e o vale-refeição, para que seus funcionários tenham acesso à uma refeição completa.

Com o alimentação, o colaborador tem a liberdade de adquirir os alimentos que consumirá no período de um mês em supermercados, mercearias, etc. Já com o refeição, ele poderá realizar refeições de qualidade em nos estabelecimentos de sua preferência.

2. Faça campanhas de vacinação
Certas doenças, principalmente as que podem ser transmitidas pelo ar ou pelo contato, são grandes vilãs da produtividade nas organizações — como é o caso da gripe. Isso porque, a depender da intensidade, ela pode acabar sendo motivo de faltas recorrentes. Pior ainda é quando outras pessoas são contaminadas, comprometendo o desempenho de toda a equipe.

Desse modo, investir em campanhas de vacinação dentro da empresa, conscientizando os funcionários sobre a importância delas, é uma solução amplamente eficaz de saúde ocupacional, pois reduz as faltas por motivos médicos. Lembre-se, no entanto, de que não estamos falando só de gripe: também é importante focar em tipos diferentes de vacina, como febre-amarela, hepatites, etc, para imunizar os colaboradores.

3. Aposte nos benefícios dos exercícios laborais
Além da alimentação, outro aspecto fundamental ao bom funcionamento do organismo é a prática de exercícios físicos. Mas, como é possível estimular essa atividade dentro da empresa, sendo que os funcionários passam grande parte de seus dias nela, — chegando em casa, muitas vezes, cansados e sem a energia necessária para fazer grandes esforços?

Felizmente, pode-se adotar a ginástica laboral como ação de saúde ocupacional. Para tanto, sugerimos a contratação de um profissional qualificado e a promoção de atividades para os times em uma frequência pré determinada, — por exemplo, três vezes por semana durante os primeiros 15 minutos de expediente.

É interessante que todos os funcionários que estejam aptos a participarem. A prática, além de fornecer mais energia para o dia de trabalho, evita, a longo prazo, lesões por movimentos repetitivos, problemas de postura, entre outras condições.

Como você pode perceber, a saúde ocupacional é fundamental para a manutenção dos níveis de produtividade dentro de qualquer negócio. Colocando em prática as dicas do post, a sua empresa contará com times de trabalho mais motivados e, ao mesmo tempo, evitará problemas com processos trabalhistas e fiscalizações.

O que é Employer Branding?

Devido à chegada de uma geração de pessoas com visões profissionais inovadoras ao mercado, um dos problemas mais constantes entre as empresas, atualmente, é a dificuldade em reter esses talentos.

Atrair funcionários de alto potencial e, acima de tudo, motivá-los e mantê-los na equipe torna-se um desafio difícil de se reverter quando se desconsidera as técnicas de Employer Branding — mas, afinal, o que exatamente é Employer Branding?

Ao contrário das gerações passadas, os chamados millenials buscam por oportunidades de crescimento contínuo e acelerado, realizando suas escolhas profissionais com base na qualidade de vida e na busca por desafios constantes.

Para fazer deles colaboradores em potencial, faz-se necessário mostrar que a sua empresa é um bom lugar para se trabalhar, certo? E é justamente aí que entre o Employer Branding.

Muito se fala sobre o assunto nos dias de hoje, e isso acontece por um motivo relevante. É possível contar com o Employer Branding para fortalecer a sua imagem positiva junto aos profissionais do mercado.

Quer entender como isso acontece e conhecer os principais benefícios de trazer essa estratégia para a sua empresa? Continue a leitura do artigo e aprenda o que é Employer Branding!

O que é Employer Branding?
De modo geral, chama-se de Employer Branding aquilo que faz da sua empresa um lugar atrativo e bom para se trabalhar, ou seja, a reputação da organização em questão.

Sua companhia é conhecida por proporcionar boa qualidade de vida aos funcionários, com programas de benefícios e equilíbrio entre vida profissional e pessoal? Ou por oferecer um ambiente de trabalho positivo, com possibilidades concretas de crescimento e boa remuneração?

Ou, ainda, o empreendimento é visto como um lugar propício ao aprendizado, mas sem oportunidades para que o colaborador possa construir uma carreira em longo prazo?

Independentemente de qual seja essa reputação, saiba que ela desempenha um papel fundamental no que diz respeito à captação e retenção de talentos.

Nesse contexto, é fundamental o planejamento e a execução de uma série de estratégias para que uma boa imagem do negócio seja construída e mantida — contudo, diferentemente do que se possa imaginar, o público-alvo aqui não são os clientes finais, mas, sim, os próprios colaboradores.

Por que investir em Employer Branding?
Não é segredo algum que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente e competitivo. Em meio a esse cenário, aquelas empresas que não se preocupam em cuidar da sua reputação e adotar estratégias de Employer Branding estarão sempre um passo atrás da concorrência.

Isso porque contar com colaboradores de alto potencial em seu time, alinhando-os à cultura e aos valores da empresa e engajando-os com a missão do negócio, certamente fará com que esses se tornem difusores da sua imagem positiva.

As consequências disso podem ser percebidas nos resultados da organização, já que funcionários engajados, orgulhosos do local em que trabalham e satisfeitos com as tarefas que exercem costumam redobrar os esforços em suas funções, aumentando, assim, os níveis de produtividade.

Além disso, elevar o Employer Branding de um negócio, como já mencionamos, permite que ele aumente sua atratividade perante os profissionais do mercado, sobretudo quando se trata de um local de trabalho que aposta na diminuição de burocracias, que investe em rotinas flexíveis e que está a par das principais tendências culturais.

Quanto a esse último aspecto, você certamente já percebeu que as startups e companhias tecnológicas — como Google e Facebook, por exemplo — vêm incluindo no cotidiano de seus colaboradores fatores estimulantes, como games eletrônicos, mesas de jogos, máquinas de refrigerantes e doces, dias especiais para fantasias, entre outros.

Ainda que indiretamente, tudo isso é utilizado para a promoção do engajamento entre funcionário e empresa, reforçando consequentemente a imagem da marca e ressaltando o quão interessante e incrível pode ser trabalhar naquele local. Não é à toa que empresas como essas vêm se tornando as mais desejáveis para grande parte dos profissionais jovens e maduros.

Além desses aspectos mais “incomuns”, a boa relação entre riscos e recompensas, uma cultura organizacional que tenha como foco proporcionar desafios constantes e a facilidade no acesso aos gestores podem também ser apontadas como grandes vantagens.

Por fim, vale destacar que um alto nível de Employer Branding a torna referência não só entre profissionais, como também entre concorrentes e fornecedores, sendo que esses últimos podem construir relações de maior confiança com ela.

Qual o impacto do Employer Branding para o RH?
Cabe ao setor de RH gerenciar a Employer Brand para que sejam atraídos talentos à organização — e os profissionais da área certamente entendem o quão fundamental é contar com funcionários comprometidos e competentes para o sucesso de um negócio.

Além dos benefícios do Employer Brand para a empresa em geral, é válido ressaltar que também existem pontos positivos no que diz respeito aos processos realizados pelos recursos humanos. São eles:

  • Atração de talentos, pois um Employer Branding forte faz com que os profissionais possuam expectativas claras de como será o cotidiano naquela empresa, atraindo-os e incentivando-os a se candidatarem;

  • Aumento do número de referrals (ou seja, aqueles candidatos certos), já que os próprios colaboradores, ao se sentirem bem trabalhando na sua empresa, a recomendarão para outros profissionais;

  • Redução dos custos de recrutamento, uma vez que, quando a marca possui uma fama positiva no mercado, as necessidades de investimento em processos de seleção e contratação de talentos diminuem.

  • Contudo, uma empresa que possui uma reputação empregadora negativa e não investe em Employer Branding traz dificuldades sérias para o setor, que precisará gastar mais com estratégias de atração e retenção e processos de seleção.

Além, é claro, de trabalhar redobrado para desconstruir a imagem negativa da companhia tanto internamente quanto externamente. 

Qual estratégia de Employer Branding adotar?
São várias as possibilidades nesse contexto. Entre os fatores mais práticos capazes de elevar o Employer Branding, podemos citar:

 Remuneração compatível com as funções e com o mercado;

  • Benefícios múltiplos, incluindo vale-refeição e vale-alimentação;            

  • Jornada de trabalho flexível;

  • Ambiente de trabalho que promova a liberdade criativa;

  • Engajamento com campanhas e causas sociais e ambientais;

  • Práticas que reforçam a ética e a honestidade empresarial;

  • Chances de desenvolvimento profissional;

  • Possibilidade de crescimento.

No geral, para elevar o Employer Branding, é indispensável investir em ações voltadas ao bem-estar do seu público interno, ou seja, dos colaboradores. Aqui, é possível focar tanto nos benefícios individuais quanto nos grupais.

Uma estratégia interessante — e que vem gerando resultados satisfatórios — de Employer Branding visa propagar a atratividade da organização por meio das redes sociais, grandes aliadas do marketing digital. Isso pode ser feito em forma de publicações positivas sobre o cotidiano da empresa, imagens divertidas dos colaboradores, promoção de hashtags, entre outras.

Como criar uma estratégia de Employer Branding?
Entenda quais são os objetivos da organização
Para que uma estratégia de Employer Branding de fato renda resultados satisfatórios, este definitivamente deve ser o primeiro passo a ser tomado. Entender claramente os objetivos da organização é essencial para que seja possível passá-los aos colaboradores de maneira adequada.

Além disso, a compreensão desses objetivos em curto, médio e longo prazo possibilita aos gestores saber quais os talentos necessários dentro da empresa, dividindo recursos e investimentos para atrair e manter os profissionais que agreguem valor à organização. 

Estabeleça estratégias para diferentes grupos
Quais grupos internos devem ser capacitados e treinados para exercerem determinados cargos — como os de liderança — e quais grupos externos de possíveis colaboradores (profissionais especializados, com MBA, gestores mais experientes etc.) é preciso trabalhar para que seja possível atraí-los à sua empresa?

Tudo isso precisa estar bem definido para que, assim, seja possível estabelecer estratégias adequadas para cada grupo, direcionando recursos e ações que de fato garantam atratividade para ambos — o que, consequentemente, acabará elevando o Employer Branding da organização.

Desenvolva ações para canais de comunicação distintos
Canais de comunicação diferentes atendem a perfis diferentes. Você dificilmente conseguirá atingir quem deseja se conduzir as suas ações de Employer Branding em apenas um canal, no qual grande parte dessas pessoas não estará presente.

Nesse sentido, apostar em diferentes meios é imprescindível para disseminar a imagem da organização junto a públicos potenciais distintos.

Crie planos de implementação e acompanhamento
Realizar ações de Employer Branding sem um devido plano de implantação raramente gerará os resultados esperados. O mesmo acontece caso a empresa adote estratégias relevantes, porém não as acompanha nem mensura seus resultados.

Sendo assim, antes de colocar qualquer campanha em prática, estabeleça um plano de implementação de ações, com orientações sobre atividades, estratégias de marketing e indicadores para acompanhamento. Além disso, não se esqueça de apontar alternativas de readequação para aqueles processos que possam acabar não saindo como o esperado.

Por fim, é necessário ter em mente que o Employer Branding é um projeto de longo prazo, ou seja, seus resultados dificilmente vão aparecer de uma hora para outra. A empresa deve trabalhar de forma contínua para construir a sua imagem positiva, sendo assim, ter paciência é fundamental.

Pronto. Agora você já sabe o que é Employer Branding e como utilizar-se de suas técnicas para fazer da sua empresa um local atrativo, retendo talentos e evitando cada vez mais a rotatividade de funcionários.

Lembre-se de que as organizações que conseguem manter seus colaboradores engajados contam com defensores da marca dentro do próprio time, que acabam por disseminar para outros o quão bom é trabalhar para aquele lugar!

Como o podcast pode te ajudar na gestão de pessoas

Uma das maiores tendências atuais para acompanhar a sua área de especialidade, negócio ou até para adquirir conhecimento para aplicar nos seus projetos são os podcasts.

O que são podcasts?
O termo podcast surgiu da junção de Ipod + Broadcast (transmissão via rádio).

Trata-se de mídia por áudio para compartilhamento de ideias e opiniões, discussões sobre assuntos atuais ou uma simples conversa irreverente.

Ainda que hoje exista tantos atrativos tecnológicos que chamam nossa atenção, essa mesma tecnologia nos traz ferramentas digitais com conhecimentos profundos sobre variados temas, basta que a pessoa busque conteúdos relevantes e de autoridades, para sua própria evolução pessoal e profissional.

Os podcasts são uma dessas ferramentas, arquivos eletrônicos em formato de áudio, que são gravados por especialistas em determinados assuntos, geralmente de curta duração, variando entre 5 e 20 minutos, que transmitem conhecimentos rapidamente absorvidos.

Um benefício do áudio é a possibilidade de ouvi-lo enquanto realiza outras atividades ou tarefas, otimizando seu tempo e conhecimento. No caso do podcast, é uma ferramenta de comunicação de boa qualidade, que permite ao ouvinte, pausar, recomeçar ou retomar de onde parou, a qualquer momento e quantas vezes forem necessárias.

Podem ser baixados para um dispositivo móvel – player, celular, tablet – facilitando sua reprodução a qualquer tempo e em qualquer lugar. Sendo assim, enquanto você dirige, pode ouvi-lo; ou mesmo enquanto pratica alguma atividade física em parque ou academia; enquanto está indo ou voltando do trabalho no ônibus ou metrô; enquanto arruma a casa ou realiza qualquer outra tarefa.

Separamos seis canais de podcasts, em português ou inglês, relacionados à gestão de pessoas, recursos humanos e empreendedorismo, que têm dicas valiosas sobre produtividade, relacionamento, liderança, desenvolvimento de pessoas e muito mais sobre o universo do RH.

1 – 5’ PM Podcasts: No site de Ricardo Vargas, especialista em gerenciamento de projetos e execução de estratégias, por meio de podcasts com duração de no máximo cinco minutos, ele passa dicas ligadas ao seu tema central, apontando soluções para problemas e dificuldades que os gestores de empresas e empreendedores possam enfrentar.

2 – AprendocastUm espaço onde diversos especialistas compartilham suas experiências profissionais e conhecimentos, por meio dos podcasts, debatendo sobre assuntos ligados a RH, políticas de gestão de pessoas, liderança e outros, com possibilidade de cadastro para receber outros conteúdos direto em seu e-mail.

3 – Like a Boss: Com o objetivo de auxiliar líderes de sucesso por meio de séries com temporadas e episódios inéditos sempre à mão, os fundadores desse canal de podcasts, usaram esse formato para atrair os usuários, entregando conteúdos de qualidade sobre cases de sucesso, empresas, ideias inovadoras, metodologias, empreendedorismo e muitos outros temas que todo gestor precisa conhecer.

4 – SolidesUma empresa detentora de um software especializado em traçar perfil comportamental para processos seletivos, auxílio na contratação, gestão e desenvolvimento de pessoas, que por meio de seu site disponibiliza uma série de materiais gratuitos sobre gestão de RH, inclusive os podcasts com assuntos importantes que ajudam a estruturar todo o setor de recursos humanos de uma empresa.

5 – The FoundationCanal em inglês, que disponibiliza tanto podcasts, como vídeos, os quais empresários e outros especialistas são entrevistados para abordar temas sobre mercados, negócios, variados setores econômicos e estudos de casos de sucesso.

6 – This is your lifeOutro canal em inglês dedicado à liderança. São áudios com foco em líderes de gestão de pessoas, que enfrentam desafios naturais do setor, no dia a dia das empresas, buscando obter soluções, dicas e conhecimentos sobre como lidar de forma positiva com as pessoas.

O inglês invadiu o RH? Aprenda estes 10 termos comuns na profissão

Se o inglês já havia dominado áreas como TI e Marketing, há algum tempo ele vem invadindo o RH (Recursos Humanos). Em abril, aconteceu o Fórum RH 2019 da Live University – foram dez horas de palestras e painéis, muito aprendizado sobre temas relacionados a recursos humanos e… muito inglês!

Listamos aqui todos os termos que ouvimos, para que você faça uma boa revisão ou aprenda alguns termos que vêm sendo usados por heads de RH. Vão muito além de turnover e feedback, prepare-se!

EVP
Employer value proposition
: Lembra da proposta de valor, ou o que a empresa promete que vai entregar ao cliente? Mesmo conceito, só que aplicado ao funcionário: a empresa deve cumprir a promessa de valor que fez ao colaborador.

Employer branding
Marca empregadora – uma espécie de casamento do marketing com o RH. Employer quer dizer aquele que emprega, empregador. É quando o RH quer que a empresa seja percebida como uma excelente empresa para se trabalhar, e cria estratégias para atrair e cuidar de seus talentos. O employer branding pode ajudar a resolver o alto turnover, por exemplo.

Employee experience
Para se construir o employer branding, o RH tem de estar focado em toda a employee experience – ou jornada do colaborador (employee = colaborador, funcionário). Lembra do UX (user experience) em sistemas ? Agora o RH avalia a experiência do funcionário – do recrutamento à saída.

Fit
Segundo o Cambridge Dictionary, o substantivo fit quer dizer: “the right size or shape for someone or something”. Assim, faz sentido a frase: Muitos funcionários vão embora voluntariamente ou involuntariamente em seis meses, porque não tiveram fit cultural. Sem fit cultural, não performa bem.

Shift
Segundo o Cambridge Dictionary, o substantivo shift quer dizer: “a change in position or direction: Agora fica fácil entender, quando a palestrante diz: “FIz três shifts de carreira em seis anos.”

Data driven
Assim como em qualquer área, o profissional de RH tem acesso a dados coletados em diversos sistemas. Alguns sistemas também fazem uma análise de risco de cada decisão. Tudo para ajudar no processo. Uma decisão, um sistema ou uma pessoa que toma decisões com base em dados, é data driven*. (pronúncia: driven – leia o “i” mesmo, como em shift, fit, e não “ai” como em drive, life)

Gamification
Técnica de se usar elementos de jogos em ambientes diversos, como em um curso/treinamento no qual o aluno/treinando conquista prêmios virtuais a cada fase que termina.

PoC
Proof of Concept
, ou prova de conceito. Como o espírito das startups está sendo introduzido em qualquer organização, fazer um PoC vai ser algo cada vez mais banal. Um teste de um modelo, uma implementação incompleta só para obter os primeiros feedbacks, um sistema que já prova que o novo conceito funciona – é o PoC. Estude também termos como prototipar e MVP (minimum viable product).

Clusters
O substantivo cluster significa “aglomeração” . Começou a ser usado em TI, depois foi pro Marketing e vem sendo usado pela área de RH. Ouvi algo como: Em um LMS (learning management systems ou AVA – ambiente virtual de aprendizagem), você pode estruturar trilhas que são percorridas de forma paralela entre os diversos clusters (clusters de supervisores, clusters de gerentes, clusters de diretores).

People Analytics
Reunindo estatística, tecnologia e expertise em pessoas, o people analytics utiliza grande volume de dados, com o objetivo de aprimorar a gestão e a tomada de decisões em uma organização.

Recursos Humanos e a transformação digital

O fenômeno da Transformação Digital vive sua fase mais sólida e ativa, marcando território em muitos segmentos, seja na Indústria, no Varejo, nas Finanças, na Saúde, na Educação, na Logística e outra infinidade de áreas que têm absorvido a potencialidade e abrangência dessa transformação.

Com a área de Recursos Humanos não é diferente. O RH já esboça sua jornada pela Transformação Digital. Sua relevância nas corporações extrapola os muros das companhias, por isso, aí está o enorme desafio de engajamento de pessoas – principal ativo para iniciar o RH nessa mudança determinante. Afinal, cabe ao novo RH cruzar as várias informações de habilidades, competências técnicas e comportamentais, os chamados Hard e Soft Skills, no processo de recrutamento, por exemplo. E não para por aí, o RH terá atribuição fundamental de acompanhar e medir cada um desses colaboradores em toda a jornada da empresa, cruzando todas estas informações com os objetivos de negócios.

E como saber quais as principais tendências para o RH incorporar estratégias de alto impacto e resultados efetivos? As respostas para impulsionar esse movimento digital estão na adequada aplicação de metodologias ágeis e utilização de muitas tecnologias disponíveis.

A Transformação Ágil em Recursos Humanos ocorre em várias frentes e alcança seus propósitos, gerando resultados práticos na gestão de pessoas. Seguramente, ser ágil não é apenas uma vantagem competitiva de aplicações tecnológicas. Devemos enxergar melhor como as corporações estão reagindo rapidamente para se apropriar de novas formas para transformar e obter retornos reais na área de RH, seja nas fases de contratações, como também na gestão de seus colaboradores.

Em muitas empresas, a transformação se dá de maneira gradativa e praticamente orgânica. Na área de RH, um dos recursos mais agregadores a ser utilizados são os valores contemplados na metodologia ágil, que traz quatro conceitos-chave: maior interação entre indivíduos do que entre ferramentas e processos; mais softwares em funcionamento, evitando a geração de uma grande quantidade de documentação; parceria com os clientes acima das negociações de contrato; e saber que um plano não deve ser mais importante do que a adaptabilidade.

No RH, o que faz mais sentido atualmente não é um modelo de avaliação, mas sim de colaboração, uma vez que caminhamos para um mundo mais colaborativo e engajado. O uso da inteligência de dados pode e deve contribuir para esse desafio, explorando mais os recursos oferecidos por esse movimento digital, como, por exemplo, adotar alguns exames físicos de uma forma remota e, desta forma, agilizar os processos.

O RH deve sair de uma ação reativa para uma ação mais proativa, valorizando o lado comportamental, assumindo novos modelos de trabalho e criando ferramentas que estimulem a colaboração. Atuando dentro dessa premissa, o RH vai absorver melhor o que deve ser priorizado, por exemplo, a satisfação dos clientes por meio de entregas constantes de valor, melhor aceitação de mudanças de condições em qualquer etapa dos processos, realização de entregas frequentes e com o menor tempo possível, trabalho em conjunto com a equipe de negócios e com os desenvolvedores de software em todo o projeto, oferta de suporte e condições necessárias às pessoas, além da geração de alto grau de confiança para a realização das tarefas, entre outros princípios básicos que norteiam a metodologia ágil.

O papel essencial da área não é apenas de Recursos Humanos, mas sim ser orientado para lidar com gente, compreendendo tudo o que está à sua volta, gerando motivação, engajamento e mostrando como está acontecendo essa transformação.

O uso e aplicação do Machine Learning é fundamental no processo de recrutamento e seleção, uma vez que essa robusta tecnologia vem se tornando uma tendência capaz de auxiliar no ganho de agilidade do RH. Com isso, a área pode concentrar esforços e um tempo mais focado para gerir equipes ágeis distribuídas em todas as unidades da corporação, incluindo nesse gerenciamento a busca para conhecer e reduzir as barreiras culturais, por exemplo, localizadas em companhias com presença em outros países.

Entre as tantas transformações que circulam no mundo físico e digital, há outros modelos e ideias disruptivas da tecnologia que podem ser aplicados também na gestão de pessoas como Inteligência Artificial ou até a Internet das Coisas (IoT), onde é possível trabalhar com a coleta de dados de forma prudente e com engajamento tecnológico socialmente responsável. Além de usar essas tecnologias não para substituir as pessoas, mas para ajudar na produtividade delas ruma à aceleração do alcance dos melhores resultados para a empresa.

5 in 5 Research: As cinco tendências que devem mudar a maneira como vivemos e trabalhamos, segundo a IBM

Todos os anos, a IBM analisa dados e informações globais através da IBM Research, que ajudam a montar uma visão sobre as tendências tecnológicas que devem afetar o modo como vivemos, trabalhamos e interagimos.

O relatório de 2019 “5 in 5”, que foi oficialmente apresentado na quarta-feira (13/02), durante a conferência global Think 2019, apresenta 5 tendências que têm fortes chances de mudar as nossas vidas nos próximos cinco anos.

Entre os destaques, temos o uso da tecnologia Blockchain “para o bem”, ajudando a diminuir o desperdício de alimentos e a quantidade de lixo produzido por pessoa. E por falar em lixo, outra aposta da empresa é que o descarte de lixo será cada vez mais diferente, aumentando consideravelmente a forma como as indústrias o reutilizarão.

Confira as 5 tendências tecnológicas da IBM para os próximos 5 anos:

1. Reciclagem radical
Segundo a empresa, o descarte de lixo e a fabricação plásticos serão bem diferentes nos próximos anos. Todo plástico será reciclável graças a inovações como o VolCat, processo químico que sintetiza o poliéster em uma substância reutilizável na fabricação de novos produtos.

Essa transição impulsionada por inovações deverá revolucionar completamente a forma como descartamos o lixo, promovendo uma reciclagem bem maior do que fazemos hoje.

2. Digital Twin ajudando na produção de alimentos
Digital Twin é uma versão virtual de um objeto real. Uma espécie de duplicação digital feita através de Inteligência Artificial. Segundo o relatório da IBM, essa duplicação usada na agricultura ajudará a alimentar a população utilizando menos recursos.

O resultado seria uma economia de recursos compartilhados, que permitirá o aumento do rendimento das culturas e a segurança alimentar, a um custo ambiental menor.

3. Blockchain do bem
As tecnologias Blockchain, IoT e IA unirão forças para evitar o desperdício de alimentos. Isso porque essas tecnologias serão usadas para colocar mais alimentos em nossos pratos e reduzir a quantidade de lixo que produzimos, já que cada participante do ecossistema alimentar saberá exatamente quanto plantar, encomendar e distribuir, reduzindo o desperdício e
tornando os alimentos mais frescos.

4. O mapeamento do microbioma protegerá nossa saúde
O acesso a informações sobre milhões de bactérias aliado à análise da constituição genética dos micróbios (microbioma), nos ajudará na proteção contra bactérias ruins, principalmente nas presentes em produtos que consumimos, também nos dizendo muito sobre a segurança do que compramos.

5. Telefones como detector de bactérias
Ainda no campo da saúde, a IBM garante que com o uso de qualquer celular, as pessoas poderão detectar agentes contaminantes perigosos nos alimentos. Para isso serão usados poderosos sensores portáteis de Inteligência Artificial, que permitirão que testes de patógenos sejam realizados em segundos, em vez de dias, possibilitando a identificação, sem esforço, de agentes contaminantes perigosos nos alimentos.

Algumas das previsões de anos anteriores da IBM já viraram realidade. Entre elas, o avanço das cidades inteligentes, os “computadores que te ouvem” e o “seu DNA na rede” que, em 2013, já afirmava que o sequenciamento completo do DNA estava a caminho de se tornar procedimento de rotina. Pouco tempo depois da previsão, o New York Genome Center e a empresa começaram uma colaboração para acelerar a corrida para um tratamento personalizado e que poderia salvar vidas de pacientes com câncer no cérebro.

Estaremos de olhos nos próximos 5 anos!